
“Um homem jamais pode entender o tipo de solidão que uma mulher experimenta. Um homem se deita sobre o útero da mulher apenas para se fortalecer, ele se nutre desta fusão, se ergue e vai ao mundo, a seu trabalho, a sua batalha, sua arte. Ele não é solitário. Ele é ocupado. A memória de nadar no líquido aminótico lhe dá energia, completude. A mulher pode ser ocupada também, mas ela se sente vazia. Sensualidade para ela não é apenas uma onda de prazer em que ela se banhou, uma carga elétrica de prazer no contato com outra. Quando o homem se deita sobre o útero dela, ela é preenchida, cada ato de amor, ter o homem dentro dela, um ato de nascer e renascer, carregar uma criança e carregar um homem. Toda vez que o homem deita em seu útero se renova no desejo de agir, de ser. Mas para uma mulher, o climax não é o nascimento, mas o momento em que o homem descansa dentro dela.”
- Anais Nin –

poetriz disse,
17/06/2008 @ 08:55
Pra mim o climax de uma mulher não é quando o homem descansa dentro dela.
Mas quando ela, descansa dentro dele, em seu coração…
Bjs!
Monique Frebell disse,
17/06/2008 @ 10:20
Dentro de mim só tem espaço pra um descansar. Meu corpo é um lar e não um motel.
Amei o post!
Bjks!
Ana Luisa disse,
17/06/2008 @ 20:52
Espiando o comentário da poetriz…
O ost é perfeito, mas concordo com ela…”Pra mim o climax de uma mulher não é quando o homem descansa dentro dela. Mas quando ela, descansa dentro dele, em seu coração…”
Mil beijinhos Aninha.