Archive for By Paula

Daquilo que Não nos Abandona

O tempo pode mesmo parecer eternidade. E aquilo que nos distancia é o mesmo que nos mantém unos.
Tenho saudade daquilo que nunca me abandonou. Por isso, voltei!

Talvez para ficar, certeza de ficar!
Hora de limpar poeira e botar a mesa para o coração pulsar!

 

 

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Saudade

Pode parecer piegas alguém que leve tanto tempo sumida sinta saudades…

Mas estou sendo sincera: sinto saudades daqui. Tantas coisas acontecem. A vida é tão urgente, tudo passa sempre tão rápido…Acabei esquecendo o caminho de casa muito embora, tivesse a certeza de que saberia retornar.

Pensei sinceramente em encerrar o blog. É o cúmulo da falta de atenção aos amigos queridos que, por tanto tempo, acompanharam meus casos, fatos e blá blá blá.

Só que esse cantinho é particular demais para deixar de existir. E mesmo sabendo que será um pouco mais complicado aparecer aqui (por motivos que contarei depois), persistirei.

Peço desculpas!
Estou com saudades…

Beijos

Paula

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No campo das ideias

 

Oscilando entre os sonhos e a atenção à realidade. Sonhando com cobras, acordando com a claridade do Sol. Traçando metas e perdendo-me em atalhos sugestivos mas pouco recompensadores. Empenhando esforço em causa própria e labutando para não exercer solidariedade incondicional. Duvidando entre ser boazinha e ser humana. Preferindo ser eu mesma.

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Experimentando

 

Experimentando acupuntura!
Morria de medo das agulhas mas vi que joguei energia fora à toa…Não dói quase nada. Senti um pouco mais de tranquilidade e espero mesmo que isso tudo me ajude a desacelerar certas emoções.
Indiscutivelmente, sou muito conturbada!

Mas eu me amo assim…fazer o quê?

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Da ausência que não se justifica

 

Ausência não se explica.
Tampouco, se justifica.

A ausência é feita de uma saudade que se materializa na intimidade de quem pressente um vazio sem igual.

Mas, ainda assim, num vácuo que não reconheço mas me absorve, regresso em busca das minhas verdades incompreendidas.

Na minha incompreensão, abasteço.
Na minha dúvida, esclareço.
Na minha solidão, vivo

e pelejo.

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Declaro…

Eu gosto do sopro da sacanagem dele em minha nuca. Envolvida em hálito quente e apimentado, cedo espaço à imaginação e corrompo meus princípios de “moça de família”. Ele sabe me deixar inquieta, me tornar devassa. Acende minha vontade de amor, risca o fósforo que incendeia nossa intimidade. Conhece a dose certa da volúpia. Anseio pela dinâmica da língua, pela lambida arrepiante, pelo deleite que preenche lacunas.

E fico assim, desejando que ele me usurpe. Para glória do prazer. Amém!

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Deu Saudade

Pode parecer bobagem. Talvez seja mesmo! Mas adoro certas coisas que escrevo. São marcantes , sinceros, eternos… Palavras que lembrarei não importa quanto tempo passe. É uma leitura fidedigna dos meus pensamentos, dos meus sentimentos, do meu coração.

O texto abaixo é um exemplo. Em meio a uma limpa no meu outlook, encontrei-o e li, reli incansavelmente a ponto de reconstituir a origem do desabafo integralmente. Sinto-me feliz! Compartilho com vocês!

Beijos

 

“Realmente devem existir várias coisas com que eu não tenho nada a ver. Na realidade, não estou sabendo ao certo qual o meu lugar nessa história. Percebemos as situações de forma diferente e não sei se é correto dizer se um ou outro está com a razão. A sua cobrança é inegável e sempre existirá ainda que opte por não perguntar absolutamente nada. O excesso de expectativa sempre é frustrante. Não estou pedindo pra não esperar nada de mim; estou apenas tentando dizer que o fato de eu não agir do jeito que espera não quer dizer que não esteja tentando fazer o melhor. Paliativo? Certamente, não! Apenas um pedido para que me enxergue como sou, não como você deseja(va) que eu fosse.”

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